Tuesday, April 24, 2007

Centro Cultural de Belém


A agenda cultural de concertos do CCB está ao rubro. A Mãe de Vinho assistiu a um belo recital ao lado do...camisola amarela. Estaria a batuta do maestro em perigo ? A Mãe de Vinho diz que saíu intacta do confronto, mas não se atreveu a levantar duranto todo o concerto, não fosse ser apalpado no nalguedo.

Fernando Madureira


Motim,


para quando a tua fotografia na capa deste livro ao lado do grande Madureira ? Quantas vezes já te babaste a ler o livro deste líder? A tua "Mein Kampf", a tua "Bíblia", por favor larga a droga, Motim!!!


Ou ainda não te apercebeste que os líderes das claques, sejam de que clube for, não repesentam os seus associados, e muito menos os categorizam?


Continua a ler...continua a ler...

Filiações


Meu caro Subutteo,


Saúdo o teu regresso a este espaço e alegro-me por já estares recomposto da bojarda do Tello que obrigou os pescadores da Afurada a remendarem as redes da baliza do Helton. Contudo, vejo que intelectualmente ainda não recuperaste...temos pena...


Sobre a tua posta, destaco negativamente apenas o seguinte. É por haver pessoas como tú que movimentos neo-fascistas e neo-nazis e comunistas subsistem neste mundo. É por haver pessoas intelectualmente mentecaptas que julgam que líderes de movimentos muito pouco dignos e que praticam acções muito pouco sérias devem ser idolatrados, que temos estátuas de idiotas por esse mundo fora. E à falta de capacidade de escrita recorrem a textos de outros (o que aliás já vem sendo hábito na tua pessoa, o que demontra que podes não saber escrever um texto, mas sabes ler e copiar, "two out of three ain't bad" como diz a música do Meat Loaf).


Atacares a minha posta com um texto de defesa do Pinto da Costa é, no mínimo, surreal. Ainda por mais escrito pelo MEC...Haja paciência...

Monday, April 23, 2007

Como é ridículo ser lisboeta e lagartixa!

As vossas ridículas afirmações, tais como:

“Este ano vamos assistir a uma final condigna entre duas equipas de Lisboa, o que eleva logo o nível, e que esperemos conduza o SCP a mais um momento de glória como o que a foto documenta.”, ou ainda “...este jogo servirá não só para encontrar o vencedor da taça de Portugal mas também permitirá que indivíduos de elevado estatuto social contraternizem. (coisa rara no futebol). Pena minha, que a Académica não possa estar presente, porque é mais um clube de elite. E só alguns é que podem fazer parte deste trio maravilha.”, esbarram em constatações tão simples como estas (in Correio da Manhã (não vá ser acusado de plágio!!!!):

“Mário Machado, de 28 anos, entrou aos 13 para a Juventude Leonina, uma das claques do Sporting. Deixou-se ir na moda dos ‘skinheads’, porque, diz, “gostava da maneira de vestir”. Os livros e a ideologia vieram mais tarde. Hoje é um apaixonado por Hitler.
Segurança de profissão, foi condenado, em 1997, a uma pena de prisão de quatro anos e três meses por envolvimento na morte de Alcindo Monteiro – crime ocorrido em 1995, no Bairro Alto, em Lisboa, e que levou à condenação, no Tribunal Criminal de Monsanto, de 17 cabeças-rapadas. Mário Machado consta dos registos criminais das polícias europeias.”

Ou ainda (na mesma fonte):

As “ligações perigosas” a claques de futebol também foram passadas a pente fino pela PJ, e mais concretamente ao Grupo 1143, do Sporting, onde figurava Rui Veríssimo. O skinhead “era e continua a ser” um dos investigados no processo, mas acabou por ser preso e já condenado por tráfico de droga, ao ser apanhado no Aeroporto da Portela com cocaína.

Como vêem, fica demonstrada a vossa cegueira, inferioridade e perfeita desconexão com o mundo real.
Continuem com a vossa elites. Prefiro pertencer ao povo saloio que vem à capital com o garrafão de vinho. Pelo menos bebo entre amigos sem medo de levar uma facada nas costas.

Lisboa: capital internacional da elite...LOL !

Caro João (fmSCP) e Mãe do Vinho,

Apreciei muito as vossas últimas postas e, por isso, não pude deixar de esboçar um comiserado sorriso (pelo menos achei graça à vossa continuada presunção de superioridade centralista e arejada mentalidade elitista...) !!! Alguns alfacinhas conseguem, na verdade, ser elitistas (pelo menos na lucidez com que vêem o mundo que os rodeia. Não, meus caros, não é (infelizmente) o vosso caso !
De facto, e porque existem alguns lisboetas que, malgré tout, conseguem evitar a estupidez fácil de quem se acha no centro do mundo, aqui fica o último artigo de um deles. Pode ser que vocês (do alto do vosso trono...) consigam compreender que o vosso mundo nobre e civilizado é apenas uma construcção existente e fabricada pela vossa doente e "provinciana"(sim, isso de que vocês amiúde nos acusam...) mentalidade !
Apreciem... abraço.

Pinto da Costa e a Metafísica Enquântica
O homem que fez mais do que dizia na lata
MIGUEL ESTEVES CARDOSO
Devo ser dos poucos portugueses que têm uma opinião imparcial e até impoluta sobre Pinto da Costa. Posso jurar que nada sei acerca da Dona Carolina ou do Apito Dourado. Não foi fácil. Mas tal era a minha falta de vontade de saber que consegui evitar qualquer menção. É certo que perguntei uma vez ao meu amigo Manuel Serrão se ele era capaz de resumir os dois casos em duas frases. Tanto mais que resumiu – e muito bem. Até tive a sensação de ter compreendido. Mas, ainda não tinha acabado o almoço, já se me tinha outra vez escapado. Talvez tenha ajudado o facto de eu ser, em matéria de mulheres, almoçaradas e tropelias, bastante mais culpado do que Pinto da Costa.
Só em abusos de poder, já fui condenado quatro vezes; três das quais criminalmente. Julgado já não sei quantas. E quem sabe se a liberdade de imprensa não é mais poderosa do que a liberdade de presidência de um grande clube de futebol? Pois é: ao pé de mim, Pinto da Costa é um principiante.
Vem daí a minha empatia, simpatia e compaixão para com ele. Tudo por junto, é uma “compatia”. É uma pessoa que me é compática. Se fosse presidente do Benfica seria quase perfeito.
Gosto de pessoas de quem ou se gosta muito ou não se gosta nada, sendo sempre arbitrário o poder pender para um lado ou para o outro. E, tal como toda a gente que gosta de Pinto da Costa, desconfio que, no fundo, no fundo, por uma razão ou outra, toda a gente gosta dele.
Se Pinto da Costa tivesse sido presidente do Benfica – se Deus, enfim, não Se tivesse distraído naquele segundinho há 25 anos – seriam os portistas que o odiariam. E os sportinguistas, claro – esses odeiam-no sempre, em ambos os casos. (Só falo nesses dois porque, se Pinto da Costa fosse presidente do Sporting, haveria um suicídio colectivo e ¾ do país desaparecia.)
Na apreciação de Pinto da Costa há uma mania portuguesa que atinge a versão mais extremista. A mania é aquilo a que os psicólogos das Selecções do Readers’ Digest chamam, para despachar, o “separatismo dissociativo psico-fragmento-diferenciado.”
Consiste esta doença em separar um desgraçado em vários fragmentos, de maneira a poder ter uma opinião diferente acerca de cada um. A versão mais simples é “Como presidente do Futebol Clube do Porto, gosto muito de Pinto da Costa. Como pessoa, detesto.” Tem graça observar que esta opinião é muito mais frequente entre adeptos do Futebol Clube do Porto do que doutros clubes. A versão mais comum destes é: “Como pessoa, detesto – mas na boa; cada um é como é. Mas como presidente do FCP, se o apanhar na rua mato-o.”
No entanto, estas versões simples são raras. 25 anos são muitos anos, dando muito tempo para arranjar comos e enquantos diferentes: como cidadão; enquanto marido; como adepto; como amigo; como patrão; como gastrónomo; enquanto decorador; como estratega, enquanto homem do Norte; como seleccionador de jogadores ou enquanto seleccionador de mulheres: as variações são infinitas. Só uma opinião não existe: a que não foi muito bom para o Futebol Clube do Porto. Porque será?
Não interessa. Porque, seja qual fôr o malabarismo separativo, o mal é o mesmo. Einstein deu a física quântica ao mundo. Nós os portugueses contribuimos com a metafísica enquântica.
É como se nos puséssemos a opinar diferenciadamente acerca do coração, fígado, unhas e baço de Salazar ou o gato do vizinho ou um ser vivo qualquer. Não faz sentido nenhum gostar dele como detentor de uma bela barriga da perna mas não enquanto responsável por uma indolentíssima vesícula biliar.
Pinto da Costa, custe a quem custar, é só um. Nisso é como cada um de nós. É um pacote. É um sortido que já vem sortido de fábrica. Uma vez que se tire o celofane da lata de bolachas, já é tarde. Não se pode seleccionar atributos e tentar reagrupá-los para ficar só com os bons. Pode-se não gostar das bolachas de figo e daquelas que sabem a saco de aspirador – mas seria perverso escrever aos fabricantes e ameaçar nunca mais comprar o sortido de luxo se não forem imediatamente retiradas as bolachas de figo.
É isso que fazem os portugueses quando se pôem a avaliar o pacote Pinto da Costa. Os ingleses têm uma expressão que usam sempre que uma coisa corresponde às expectativas: “it does what it says on the tin”. E Pinto da Costa faz, indiscutivelmente, o que diz na lata. Com a distinção extraordinária do que estava escrito na lata ser uma coisa dificílima, tão difícil que mais nenhum dirigente desportivo o conseguiu: trazer e manter a maior glória de sempre ao clube de futebol a que preside.
A coisa que distingue os pacotes – os seres humanos – é que só aquela conjugação particular de qualidades e defeitos consegue alcançar o que alcança. Caso se retirasse um defeito a Pinto da Costa – o pior que tenha – o resto desmoronava. Ficaria melhor pessoa? Sem dúvida. Mas seria o Futebol Clube do Porto tão campeão e tantas vezes como o tem sido? Nem pensar. Porque só uma coisa resta saber: se aquilo que move os portugueses que dizem mal de Pinto da Costa é um desejo sincero que ele se torne um melhor ser humano. Ou não.
Mas voltemos à lata, que é o que interessa. Para saber o que o próprio Pinto da Costa tinha escrito no rótulo quando apresentou o seu sortido-de-luxo ao Futebol Clube do Porto, tive a lata de lhe mandar um SMS, a ver se lhe extraía umas palavrinhas. E não é que o sacana me telefonou? (Obviamente, digo “sakana” no sentido japonês, de “peixe graúdo”).
Passado um minuto, estava alegremente a conversar com ele. O homem é encantador mas, estando eu já encantado por ele há muito tempo, não me enganou. Limitei-me a confirmar: o que nele mais encanta é o sentido de humor e aquela teimosia monomaníaca que tem, magnífica, que faz as vontades todas às grandiosas ambições que tem para o clube que tanto ama. Por segundos até me esqueci de quanto o Benfica precisava dele.
Perguntei-lhe – com a originalidade que só se atinge depois de muitas décadas de jornalismo - qual tinha sido, para ele (para mim não) o momento mais feliz ao longo destes 25 anos.
Ele, muito à Pinto da Costa, respondeu: “Tem graça que ainda ontem me fizeram essa pergunta.” Teve esta delicadeza, como se não lhe tivessem já perguntado isto para cima de um milhar de vezes. Mas com aquela ironia quase oculta, com uma pontinha de condescendência defensiva, que é apreciada em todo o mundo pelos verdadeiros apreciadores.
De seguida revelou outra qualidade que admiro nele: a malandrice. Tornando-me instantaneamente cúmplice, acrescentou: “Mas foi para a revista do Futebol Clube do Porto, que só sai para o mês que vem.” Como quem diz: “Foste pouco original, meu macaco, mas tiveste sorte porque vais saír antes da outra entrevista.” Escusado será dizer que entrei logo no esquema.
“O meu coração”, disse Pinto da Costa com aquilo que afianço ser genuína humildade, “o meu coração não consegue decidir entre duas alegrias.” A frase não só é bonita como ganha em não ser a estafada citação francesa que surge sempre nestas ocasiões, mal pronunciada: “entre les deux mon coeur balance”. Pois o “coeur” de Pinto da Costa não balanceia entre “les deux” coisa nenhuma. É o coração que não se decide entre duas alegrias.
Ambas as alegrias têm a ver com o respeito que os ingleses têm por tudo o que “faça o que diz na lata”. Há 25 anos, Pinto da Costa prometeu duas coisas. Uma foi levar o Porto a uma final europeia. A outra foi fazer o rebaixamento do Estádio das Antas. Ambas eram muito difíceis. Para a maioria de quem o ouviu fazer estas promessas, pareciam impossíveis.
E a Pinto da Costa? “Sim, houve alturas em que pareciam, de facto, impossíveis. Há 25 anos eram até impensáveis…” “Mesmo o rebaixamento das Antas?”, pergunto eu por achar, dado os meus estudos em engenharia civil, que seria fácil. “Sim, sim…”, responde ele. Diz isto sem qualquer triunfalismo barato, do género “Disseram que era impossível mas eu sempre soube que não era”. Tanto mais que faz uma pausa e explica: “Parece um sonho…”
É escusado lembrar que o Futebol Clube do Porto foi um bocadinho além de jogar numa final europeia e que o Estádio das Antas não se ficou pelo rebaixamento, havendo até notícia de se ter construído outro estádio, inteiramente novo, dito “dos Dragões” ou qualquer coisa parecida.
Quando é que começou a parecer um sonho? Quando a realidade ultrapassou as promessas, ganhou velocidade e nunca mais parou. “Foi a partir da vitória em Viena, em 87...a minha promessa era estar numa final e, de repente, éramos campeões…”
Entusiasticamente, como um miúdo que acaba de saber, Pinto da Costa enumera as vezes em que o Futebol Clube do Porto foi finalista e campeão internacional: “Seis vezes finalista e cinco vezes campeão!” Segue-se um silêncio incrédulo, de adulto, como se ainda não fosse verdade. Mas logo regressa o miúdo ofegante: Ah… a Supertaça…a Supertaça foi uma alegria muito grande…”. E ouve-se na voz dele a surpresa deliciosa de quem revive tudo o que relembra.
Tem razão. E tem o direito de continuar a surpreender. Por muito sortido que seja e por muitos doces e amargos que contenha, Pinto da Costa há-de ter sempre esta glória: foi o homem que fez – e ainda vai fazer - mais do que dizia na lata. Muito mais.
Nem é preciso dar-lhe os parabéns. Ele já os tem. Arrancou-os das mãos de todos aqueles que os mereciam menos. Mais portugueses do que estrangeiros. Muito mais.
Também é obra! E por isso também lhe dou os parabéns.

Friday, April 20, 2007

Final da Taça de Portugal

No dia 27 de Maio podemos assistir a um jogo de futebol de clubes de elite. Trata-se do Sporting-Belenenses. Independentemente do resultado, este jogo servirá não só para encontrar o vencedor da taça de Portugal mas também permitirá que indivíduos de elevado estatuto social contraternizem. (coisa rara no futebol)
Pena minha, que a Académica não possa estar presente, porque é mais um clube de elite. E só alguns é que podem fazer parte deste trio maravilha.
Uma salva de palmas para o que se passou ontem no Estádio "Os Belenenses", quando os adeptos começaram a cantar "Cheira bem, cheira à Lisboa" que assim seja agora e sempre.
Uma certeza já existe a Taça ficará em Lisboa.

Mensagem

O Casquinha acabou de receber esta mensagem no seu telemóvel de fonte desconhecida:

"Viste a foto k mandei? é km esses 24cm k tens levado. Manda tua tb tá? Kd o teu marido sair diz algo. Kero t comer hoje linda. Bjoka"

É bom que alguém se acuse, pois o Casquinha está enojado e destroçado...

Intercidades


Depois da viagem de Dornier, o Pimentinha experimentou o Intercidades. O seu conhecimento sobre as comunicações terrestres e aéreas internas está deveras melhorada e está apto a dar conselhos sobre qual ou quais as melhores formas de chegar e vir de Bragança...

Uma Final Diferente


Com o apuramento do Belenenses para a Final da Taça de Portugal deste ano, o Jamor recebe duas equipas civilizadas com uma massa associativa invulgar no país. Com isto, quero dizer que este ano não haverá as habituais churrascadas e tintol a granel nas matas do Jamor, nem as Toyota Hi-Ace e Hi-Lux caixa aberta com cortinados do Benfica e calendários de gajas, nem as excursões dos bimbos do norte com suas fanfarras e festanças por virem à capital, nem as insolações de gajos que adormecem ao sol tal a bebedeira que transportam nos queixos às dez da manhã, nem gajos com very lights a disparar para as bancadas dos adversários. Nada disso.

Este ano vamos assistir a uma final condigna entre duas equipas de Lisboa, o que eleva logo o nível, e que esperemos conduza o SCP a mais um momento de glória como o que a foto documenta.

Thursday, April 19, 2007

A caminho do Jamor


Talvez Freud...


explique a última posta que o Motim aqui deixou no Blog..."Ide-vos Foder". Quem? Quando ? Porquê? O que é que se passa ?

Bushmills


O Pimentinha está, neste momento, a ser sodomizado por um irlandês nasca...uma garrafa de Bushmills numa mão, um copo na outra...cá vai disto.

A acrescentar que o Pimentinha não está em condições de voltar no Dornier...vem de carro. Para o ano está cá...

Dornier


Nos últimos dias, temos tido passageiros a bordo deste magnífico aparelho que supostamente voa de Lisboa para Bragança. De seu nome Dornier, esta avioneta rasga os céus com uma paragame em Vila Real, antes de aterrar suavemente em Bragança.

O baptismo de vôo do Pimentinha foi algo atribulado. Tanto que, passado uma semana, ainda não pode de dor nas costas...

Tuesday, April 17, 2007

constatação

estamos certos que quando for reformado, ainda restará uma esperança de ver o Benfica campeão (resta saber do quê), quanto mais cedo se fizer sócio, mais cedo poderá começar a sonhar!

Friday, April 13, 2007

Ide-vos foder...

Pá, foda-se estou farto de aturar imbecis, escroques e xupistas! É só malucos ou o caralho! Não querem ir chatear a puta que os pariu?

FODA-SE

Thursday, April 12, 2007

Aldeia SOS


Acho muito bem que jogadores da bola se envolvam em causas humanitárias e sejam socialmente responsáveis. Agora para quê estas roupas? Na imagem, Polga exibe um casaco e uma T-shirt absolutamente lamentáveis. Decerto que terão custado uma nota preta e devem ser de um qualquer estilista nasca italiano. Lembro-me que em tempos li uma entrevista com o Bono dos U2 que dizia que gastava uma autêntica fortuna para ter o aspecto de um vagabundo...Sinais do tempo ou pura falta de bom gosto ? Lanço o tema.

Wednesday, April 11, 2007

Aproveita o teu tempo!

O Vieira (nome suspeito de lampião encapuçado) podias ter aproveitado para dizer alguma coisa de jeito. A relevância do teu comentário é nula. Aproveita para comentar a vergonha que é a notícia e mais nada.

Miséria de Televisão



Terça-feira dia 10 de Abril, a estação de televisão RTP emite em directo o jogo dos quartos de final, da liga do campeões, entre o Valência e o Chelsea. Quero aqui mostrar o meu repúdio aos comentadores que são de um baixo nível tremendo, dando até a entender que não estão a ver o mesma jogo que os telespectadores.

1ª Situação

- Drogba é pisado na área do Valência. A realização do jogo mostra imagens repetidamente para que os telespectadores tenham a noção da dureza do lance. Comentário dos locutores:" Aparentemente Drogba queixa-se que foi pisado." E, nada mais foi dito. Qualquer telespectador vê que era penalty, mas isso é o menos importante. O mais importante é falar dos contractos que jogadores têm com os clubes.

2ª Situação

- Drogba entrega ao árbitro uma tesoura, que por sua vez este entrega ao 4º Árbitro. Todos os telespectadores compreendem que foi um objecto arremessado da bancada. Comentário dos locutores: "Certamente que o árbitro terá chamado à atenção o banco do Chelsea." Todos os telespectadores viram que Mourinho pouco ou nada se manisfetou em toda a partida. (excepto nos golos) mas o mais importante é falar do vículo que o Miguel tem com o Valência.

Sugestão: Não poderá ser criada um opção no teletexto da RTP, SIC e TVI que permita ao telespectador desligar o som da locução e só ouvir os adeptos?! Garanto que todos ficavam a ganhar.

Plágio

Gostei muito do que escreveste. Mas sugiro-te que antes de colocares as tuas postas escrevas no título o seguinte: "citando... E no final da tua intervenção não te esqueças de fechar as aspas. É que os teus exemplos foram dados ontem na SIC no intervalo do Chelsea, eu também vi. Portanto não venhas dizer por escrito aquilo que já ouvimos.
Esse tipo de atitude é comum lá para os lados do FCP. Como não conseguem inovar preferem copiar.